06/30/2006
Nosotros
23:21 Posted in Dor do Luto | Permalink | Comments (0) | Email this
06/29/2006
Parecer
Este é o resultado depois de alguém dizer que, com este cabelo, estou parecida com a Elis Regina no especial de 1973. Muitas caras e bocas, gargalhadas, e poses depois, as fotos ao lado provam que apenas o cabelo está parecido.
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08:35 Posted in Auto-Retratos | Permalink | Comments (0) | Email this
06/24/2006
De onde venho
Naci en Alamo lyrics (Naci en al amor)
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No tengo lugar
Y no tengo paisaje
Yo menos tengo patria
Con mis dedos hago el fuego
Con mi corazon te canto
Las cuerdas de mi corazon lloran
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Naci en al amor
Naci en al amor
No tengo lugar
Y no tengo paisaje
Yo menos tengo patria
Ay cuando canta(n),
con tus dolores
nuestras mujeres te hechizan
21:10 Posted in Buscas, Filmes, Memória, Music | Permalink | Comments (0) | Email this
06/22/2006
Violar
Existem eventos que violam as explicacoes plausiveis, que nos entregam mais perguntas, mas buscas. Nao sei o que fazer com este amor imenso, recebido, sentido. Um amor pelas coisas mesmas, pelas coisas diferentes. Vou fechar a janela, ja volto. Sao apenas vagas as ideias e desencantos apressados. Contidos os sorrisos, amor. Nao chores mais que nao adianta. O passado esta submerso, as feridas, com o tempo, dizem cicatrizam.
11:22 Posted in Crônica Poética | Permalink | Comments (0) | Email this
06/20/2006
Latcho Drom

18:57 Posted in Filmes | Permalink | Comments (0) | Email this
06/19/2006
Palabras para Lola

PALABRAS PARA JULIA
Tú no puedes volver atrás
porque la vida ya te empuja
como un aullido interminable.
Hija mía es mejor vivir
con la alegría de los hombres
que llorar ante el muro ciego.
Te sentirás acorralada
te sentirás perdida o sola
tal vez querrás no haber nacido.
Yo sé muy bien que te dirán
que la vida no tiene objeto
que es un asunto desgraciado.
Entonces siempre acuérdate
de lo que un día yo escribí
pensando en ti como ahora pienso.
La vida es bella, ya verás
como a pesar de los pesares
tendrás amigos, tendrás amor.
Un hombre solo, una mujer
así tomados, de uno en uno
son como polvo, no son nada.
Pero yo cuando te hablo a ti
cuando te escribo estas palabras
pienso también en otra gente.
Tu destino está en los demás
tu futuro es tu propia vida
tu dignidad es la de todos.
Otros esperan que resistas
que les ayude tu alegría
tu canción entre sus canciones.
Entonces siempre acuérdate
de lo que un día yo escribí
pensando en ti
como ahora pienso.
Nunca te entregues ni te apartes
junto al camino, nunca digas
no puedo más y aquí me quedo.
La vida es bella, tú verás
como a pesar de los pesares
tendrás amor, tendrás amigos.
Por lo demás no hay elección
y este mundo tal como es
será todo tu patrimonio.
Perdóname no sé decirte
nada más pero tú comprende
que yo aún estoy en el camino.
Y siempre siempre acuérdate
de lo que un día yo escribí
pensando en ti como ahora pienso.
José Agustín Goytisolo
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06/15/2006
Amantes por mim
12:45 Posted in Crônica Poética | Permalink | Comments (3) | Email this
06/14/2006
No ar

Aqui neste terraço à beira-mar
O sol já vai caindo
E o seu olhar
Parece acompanhar a cor do mar
Você tem que ir embora
A tarde cai
Em cores se desfaz
Escureceu
O sol caiu no mar
E a primeira luz lá embaixo se acendeu
Você e eu
Eu, você, nós dois
Sozinhos neste bar à meia-luz
E uma grande lua saiu do mar
Parece que este bar
Já vai fechar
E há sempre uma canção para contar
Aquela velha história de um desejo
Que todas as canções têm pra contar
E veio aquele beijo
Aquele beijo
Aquele beijo
23:34 Posted in Navegação de Cabotagem | Permalink | Comments (0) | Email this
06/13/2006
A magia do mar

23:41 Posted in Navegação de Cabotagem | Permalink | Comments (0) | Email this
06/09/2006
Oferenda
Primeiro eu quis escrever sobre cenas comoventes. Um homem alimentando outro. A imagem não se enquadrava, a mensagem estava trocada. Viam-no egoísta, manipulador. Eu o via homem. Tentando equilibrar-se entre o meio-fio e a irregularidade das pedras da rua. Depois eu te esqueci, embora as imagens tenham vibrado e voltado a mim várias vezes. Eu me encolhi em teu colo esperando que o desejo voltasse, que a vida me abraçasse de novo, que a cor permeasse um pouco aquela fibra estreita e sutil que nos ligava. Me envolvi contigo tantas vezes e em tantos sopetões, que na rua, quando caminhávamos, nossa sombra era uma. Só. Derretemos o que fomos, mas não viramos um. Estávamos em estados diferentes, eu buscava. Partia para novos portos, fazendo novas oferendas. Acreditando em outras fés, questionando, vendo-me em outros pensares. Eu abria-me em poros e sugava tudo sem julgar. Tu, analisavas com frio, com astúcia, com o olho clínico que sempre me faltou. Eu era apenas os borbotões e as golfadas sensoriais que te cansaram ao longo dos anos. Eu mesma me cansei de mim, e por isso me despi. Entrei no mar, ofereci o que tinha de mais meu. Me desnudei de existir como me conhecias, como me conheciam. Ofereci uma parte de mim que se regenera e depois percebi que não tenho mais. Não preciso mais. Mas faltaram as flores, os perfumes. Talhos n'água. Houve uma lua cheia extravagante e uma brisa que foi um pouco aviso, um pouco dúvida. Embora nunca tenhas me pedido muito, eu teria te dado minha vida. Mas já era tarde.
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