06/30/2006

Nosotros

http://www.youtube.com/watch?v=Dd17Il8rLlU&search=vic...

Sei que vais entender.

 

06/29/2006

Parecer

 

medium_IMG_16291.jpgEste é o resultado depois de alguém dizer que, com este cabelo, estou parecida com a Elis Regina no especial de 1973. Muitas caras e bocas, gargalhadas, e poses depois, as fotos ao lado provam que apenas o cabelo está parecido.

medium_elisregina.gif

06/24/2006

De onde venho

Naci en Alamo lyrics (Naci en al amor)

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No tengo lugar
Y no tengo paisaje
Yo menos tengo patria

Con mis dedos hago el fuego
Con mi corazon te canto
Las cuerdas de mi corazon lloran

 

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Naci en al amor
Naci en al amor
No tengo lugar
Y no tengo paisaje
Yo menos tengo patria

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Ay cuando canta(n),

con tus dolores

nuestras mujeres te hechizan

06/22/2006

Violar

Existem eventos que violam as explicacoes plausiveis, que nos entregam mais perguntas, mas buscas. Nao sei o que fazer com este amor imenso, recebido, sentido. Um amor pelas coisas mesmas, pelas coisas diferentes. Vou fechar a janela, ja volto. Sao apenas vagas as ideias e desencantos apressados. Contidos os sorrisos, amor. Nao chores mais que nao adianta. O passado esta submerso, as feridas, com o tempo, dizem cicatrizam.

06/20/2006

Latcho Drom

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Vou te encontrar na fronteira com os mesmos passos de danca.
Os mesmos olhos piscantes que estao alinhados para te buscar.
Eu tenho a rota, tu trazes a geografia.
E assim deslizamos dois
Ciganos
Pelas rodas dos rios
e os ventos que norteiam
aqueles que sao insanos
por
arder
Pelo sabor e o senso de
estar em
Maritimos em estradas
de chao batido
Pulsando
Pulsando
No reflexo lunar
E nas marcas de estrada
deixar
menino na lua

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06/19/2006

Palabras para Lola

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PALABRAS PARA JULIA

Tú no puedes volver atrás
porque la vida ya te empuja
como un aullido interminable.

Hija mía es mejor vivir
con la alegría de los hombres
que llorar ante el muro ciego.

Te sentirás acorralada
te sentirás perdida o sola
tal vez querrás no haber nacido.

Yo sé muy bien que te dirán
que la vida no tiene objeto
que es un asunto desgraciado.

Entonces siempre acuérdate
de lo que un día yo escribí
pensando en ti como ahora pienso.

La vida es bella, ya verás
como a pesar de los pesares
tendrás amigos, tendrás amor.

Un hombre solo, una mujer
así tomados, de uno en uno
son como polvo, no son nada.

Pero yo cuando te hablo a ti
cuando te escribo estas palabras
pienso también en otra gente.

Tu destino está en los demás
tu futuro es tu propia vida
tu dignidad es la de todos.

Otros esperan que resistas
que les ayude tu alegría
tu canción entre sus canciones.

Entonces siempre acuérdate
de lo que un día yo escribí
pensando en ti
como ahora pienso.

Nunca te entregues ni te apartes
junto al camino, nunca digas
no puedo más y aquí me quedo.

La vida es bella, tú verás
como a pesar de los pesares
tendrás amor, tendrás amigos.

Por lo demás no hay elección
y este mundo tal como es
será todo tu patrimonio.

Perdóname no sé decirte
nada más pero tú comprende
que yo aún estoy en el camino.

Y siempre siempre acuérdate
de lo que un día yo escribí
pensando en ti como ahora pienso.

José Agustín Goytisolo

 

06/15/2006

Amantes por mim

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Em cinza: O silencio so nao e inimigo quando
o olhar alcanca.

 

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Em rosa: Bordei com palavras um beijo.
A cor me liberta.
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Em verde: Mergulho em ti para melhor te ver.
Mescla de varios tons de amor.
medium_Os_amantes.2.jpg
Em azul: Nem sempre sao os dialogos
que aproximam. Difusao.
medium_themoon.jpg
Me diz o que tenho que fazer. Fala mais alto. Te aproxima do meu ouvido que quero sentir as palavras. E o calor emanado de tua voz (Sera) que agora estamos celebrando, em cima de uma nuvem, como propuseste onirico, eu com um vestido esvoacante e tu com teu tuxedo, dancando Cheek to Cheek, rindo, pedindo mais tempo para escrever cartas, entrelacando sonho e memoria, vertendo cores, luas,  sonhando sons, rodopiando no ceu atemporal Um do Outro (?)

06/14/2006

No ar

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Fotografia
Antonio Carlos Jobim

Eu, você, nós dois
Aqui neste terraço à beira-mar
O sol já vai caindo
E o seu olhar
Parece acompanhar a cor do mar
Você tem que ir embora
A tarde cai
Em cores se desfaz
Escureceu
O sol caiu no mar
E a primeira luz lá embaixo se acendeu
Você e eu

Eu, você, nós dois
Sozinhos neste bar à meia-luz
E uma grande lua saiu do mar
Parece que este bar
Já vai fechar
E há sempre uma canção para contar
Aquela velha história de um desejo
Que todas as canções têm pra contar
E veio aquele beijo
Aquele beijo
Aquele beijo

06/13/2006

A magia do mar

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A porta magica, a porta para o mar
South Beach
O mar era maior que os sonhos. Era maior que as ventanias. O mar desfazia em mim o sentido de existir. O mar, em seu misterio, me abracava. O mar surgia gigantesco atras daqueles escombros, bem depois daquelas dunas. O mar nao tinha portas, nem fechaduras. Nao precisava espiar para ve-lo. Era apenas abrir os olhos, descalcar os pes, me livrar da cidade,
e navegar.

06/09/2006

Oferenda

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A imagem acima, 2 de Fevereiro, é de Vicente Sampaio. Roubada daqui

Primeiro eu quis escrever sobre cenas comoventes. Um homem alimentando outro. A imagem não se enquadrava, a mensagem estava trocada. Viam-no egoísta, manipulador. Eu o via homem. Tentando equilibrar-se entre o meio-fio e a irregularidade das pedras da rua. Depois eu te esqueci, embora as imagens tenham vibrado e voltado a mim várias vezes. Eu me encolhi em teu colo esperando que o desejo voltasse, que a vida me abraçasse de novo, que a cor permeasse um pouco aquela fibra estreita e sutil que nos ligava. Me envolvi contigo tantas vezes e em tantos sopetões, que na rua, quando caminhávamos, nossa sombra era uma. Só. Derretemos o que fomos, mas não viramos um. Estávamos em estados diferentes, eu buscava. Partia para novos portos, fazendo novas oferendas. Acreditando em outras fés, questionando, vendo-me em outros pensares. Eu  abria-me em poros e sugava tudo sem julgar. Tu, analisavas com frio, com astúcia, com o olho clínico que sempre me faltou. Eu era apenas os borbotões e as golfadas sensoriais que te cansaram ao longo dos anos. Eu mesma me cansei de mim, e por isso me despi. Entrei no mar, ofereci o que tinha de mais meu. Me desnudei de existir como me conhecias, como me conheciam. Ofereci uma parte de mim que se regenera e depois percebi que não tenho mais. Não preciso mais. Mas faltaram as flores, os perfumes. Talhos n'água. Houve uma lua cheia extravagante e uma brisa que foi um pouco aviso, um pouco dúvida. Embora nunca tenhas me pedido muito, eu teria te dado minha vida. Mas já era tarde.

02:10 Posted in Buscas | Permalink | Comments (0) | Email this

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